quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Onde me chamo?!

Sinto-me cheia de vazio... nada mais é que ficar com os olhos baços a olhar o tempo, esperar que ele passe, que alguém passe que me chame à razão... sentir que têm razão mas ainda assim ali ficar a olhar o tempo... dias que passam sem ver o sol... não me apetece... está frio... não estou triste, não estou desiludida, não estou magoada, não estou nada...
Sinto-me feia!:)

sábado, 21 de novembro de 2009

Things

Sabor agridoce... sei que nos pertencemos... por aquilo que levamos a cada passo umas das outras... fui mesmo bué feliz... apercebo-me ontem nos olhares que somos miúdas diferentes... num espaço onde tinhamos estado juntas... a movimentação dos corpos, os sorrisos, os abraços são hoje diferentes... há coisas que nunca agradecerei, porque agradeço todos os dias... não guardo uma única mágoa destes dois anos, apercebo-me que elas também não... interessante... incomum... personalidades tão diferentes conseguirem coexistir em paz, em crescimento... nada volta a ser o que era, porque mudámos graças a nós...
"Já vivi demais sabem... mas nunca fui tão feliz como fui na casa de Almada." frase da F. numa carta de despedida... frase que poderia ser escrita pelas três!
Um dia em dissertação sobre o porquê de seremos tão complementares consciencializei que
F. é bué o futuro. V. é bué o presente. R. é bué o passado.
Ensinamo-nos a viver e a descobrir o mundo pelas outras... o respeito... recordo-me de não ter medo de ser ao vosso lado... recordo-me de não castrar-vos mesmo quando não percebia... sorria apenas por saber que são felizes assim, mesmo que antagonicamente de mim...
Caem-me as lágrimas de felicidade... ontem a R. dizia-me: "Nunca tive dúvidas mas agora que te permites ao social apercebo-me pelas pessoas que te circundam o quão és admirada, os abraços que te dão, a forma como te ouvem, és um ser especial para quem te conhece." Sim, de facto acontece comigo e como a R. e com a F., apercebo-me que somos bué respeitadas e admiradas pelos outros que se cruzam connosco, porque efectivamente construimo-nos com uma base bela e pura... as três lado-a-lado... quem olha apercebe-se das diferenças são tão observáveis, não tentamos ser harmoniosas, porque a harmonia já existe na essencia... orgulho-me das noites hip-hop que dancei no garage, das noites africanas do mussulo, das noites jazz do catacumbas, das tardes de café no Pois café. Obrigada por me terem acompanhado nas noites do Trumps, do Maria... somos mais depois de nós...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Levanto-me...


Doubt

Conversa de banco... entre partilha de infâncias... percebemos o que somos hoje "adultos"... alguém diz com voz de quem tem certeza... "ela é muito mais confiante que tu, estranho não teres ainda experimentado..."... pois mas as certezas ficam-se por isso mesmo certezas baseadas na incerteza que a realidade te vai mostrando... e não ela não é mais nem menos segura que eu, é diferente... faço-vos um desenho:
Existem dois campos de acção do meu eu... temos uma bolha... na minha bolha eu sou confiante, fora dela eu sou insegura... quem entra na minha bolha tem de quebrar a minha insegurança, quando entra eu estou-me pura e simplesmente a cagar, porque eu posso cair no chão, eu posso rir de boca aberta, eu posso dizer as maiores merdas, eu posso ser EU... se entrou é porque gosta de lá estar... porque gosta de mim tal e qual aquilo que sou... mas existe o outro campo de acção que esse sim me deixa insegura, especialmente quando existe algo que quero que entre na bolha... como diria o Shrek, sou como a cebola, tenho camadas... como todos temos... mas há quem seja confiante fora da bolha e hiper inseguro dentro dela... depende... encolho os ombros...
Mas depois de mais de 2horas a divagar na maionese entre amigos cheguei à resposta objectiva da mudança de rumo no caminho chamado SER... Expectativa quebrada... não esperava, nem espero de um ser que nutro como especial que se cruze comigo e me vire as costas, que não páre para me cumprimentar... doeu na Sexta... doeu no Sábado... doeu na Terça... mas nada como iniciar a Quarta com um estalo na cara alheia... sorriso porque sempre fui onde me chamei...
Hoje diziam pois mas ouviste demais... as pessoas influenciam-se... sim de facto é real... mas lembram-se quando diziam que vais lá fazer, bater com cabeça... eu virei costas e fui... lembram-se quando me davam encontrões e vai é agora deixa de ser tonhó... eu parei e fiquei... não me empurrem, não me amarrem... eu farei sempre aquilo que me der na real gana... sou assim, um ser que sente por si, um ser que não gere impulsos... vive o momento com os sentidos... a razão fica para os momentos em que os sentidos descansam... como este momento presente... em que olho para mim nas letras que se entrecruzam no monitor de um portátil que já voo de raiva contra uma parede sorte estar protegido por uma mochila e penso fodasse V. quando é que aprendes a ser aquele tipico ser humano que racionaliza as questões e essencialmente as acções? Talvez um dia aprenda... a ser um agradável ser humano que consegue ser aquilo que não é no exterior...
Será que é desta que não volto a criar expectativas... não me tinha apercebido que o simples cobrar o cumprimento de alguém era uma expectativa falhada... no fundo não vale mais a pena dissertar sobre algo pela qual tinha a expectativa tão baixa, mas que ainda assim me falhou... talvez não criar expectativas seja a solução... mas com esta fico na dúvida se não devo elevar as expectativas... deixo esta questão em aberto... tentar obter uma conclusão mais breve possível... neste momento imediato quero manter a dúvida... dissertar nos próximos passos que der... quando tiver uma resposta prometo que registarei aqui... mas que não seja para um dia quando não me recordar daquilo que era ou fazia nas madrugadas dos meus 27 anos, reler-me...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Estaca zero...

Quando pensas OK está tudo uma merda... mas o camião já passou... ergueste e vem alguém a correr na tua direcção com um taco de basebol e espanca-te o estômago com toda a força... encolhes-te... percebes que te meteste a jeito... apesar de não mereceres porque és uma pessoa bela, porque és competente, porque és inteligente, porque és sensível, porque és o ser que ama mais belo, porque és consciente, levas com tudo porque és IRRESPONSÁVEL... porque és uma perdida... questão depois da pancada, posso ajudar? Não, merda não, ninguém pode ajudar... Irónico em cada perda ouvir, acredita que também fico a perder, porque se não fosse a irresponsabilidade eras perfeita... merda para a perfeição... merda para todos... merda para tudo...
Vejo a Mine a brincar com o rabo... deitada rebola... olha de lado para as minhas lágrimas... apercebe-se que a mamã não está bem, dá beijinhos... podes continuar a brincar com o teu rabo, ser tonto... mamã fica bem, ficará sempre bem depois de cada espancamento há lugar a um sentimento de revolta... a uma raiva que tem de sair por algum lado... refugio-me nas lágrimas e no orgulho que tenho em mim... não tenho nada... aos olhos do comum morta não passo de um zero à esquerda... mas eu sei quem sou... merda para o que os outros possam pensar...
MERDA!!!!!!!!

Mente cansada...

Apercebo-me que sou diferente... que não guardo o belo para proveito próprio...
- Ontem já estava um bocadinho bebeda...
- Bebedeira não é desculpa para nada!
- Mas eu não estou a tentar desculpar nada...
Sim se há coisa que não sinto necessidade é de pedir desculpas a quem quer que seja, consciência tranquila de que nada fiz de mal... simplesmente fui exagerada, inoportuna talvez... mas apenas dei, nada exigi, como aprendi a não fazer... recebo o que têm guardado para mim... fizeste sentir o incomodo, recebi, fiquei... não fiquei chateada, magoada... apenas fiquei comigo como sempre estive...
Dia louco o de ontem, no culminar de uma semana estupidamente extenuante... gelei... não acredito em merdas de destino, nem procuro nada... apenas interpreto com os meus olhos aquilo que se passa diante de mim... porque as melhores respostas às dúvidas e questões estão em ti, no teu corpo... eu senti... partilhei... não era para constranger... era apenas para ficar a saber o quão foi importante para mim... não a espero literalmente a ela... mas é a materialização de que o meu mundo imaginário pode ser real... explicar que não a desejo, desejando-a? explicar que abraço-a sem intenções secundárias mas que o meu corpo se recente?... sei o que tenho e o que nunca terei, não procuro o impossível, por isso não a procuro a ela... procuro a paz que um dia senti a seu lado... e que por incrivel que pareça continuo a sentir nos breves momentos de partilha, apesar de saber que não me pertence... porque não lhe consigo esconder nada, porque só com ela consigo ser eu, um ser pequenino... não quero que tenha pena, nem preocupação... angustia-me saber que a peso, que a canso... mas não consigo ser vazia com ela, do está tudo bem e o tempo amnhã vai estar melhor e lá lá lá... não quero nada senão que continue a fazer-me ser transparente 100%.
Feliz ou infelizmente a vida dá voltas mas nunca a 360º, por mais semelhante que seja nunca consegues voltar aquilo que eras... porém hoje no início de uma semana sinto que me libertei de mais uma rotunda... dói, dói mesmo muito... perdida ainda na saída que "escolhi"... receio do novo caminho que se inícia... as rotundas são comodas, controláveis, deixaste ficar até te aperceberes da prisão em que estás, da privação que te impões... rotunda C. teve ontem o culminar... o entrar num espaço onde entrava com olhos vidrados nela... olhar para tudo e os meus olhos não a procurarem, não procurarem o sinal que procurava de todas as outras vezes... refugiei-me, protegi-me não nego mas não procurei nada para alimentar mais uma volta na rotunda... gosto daquele ser, o porquê enfim pouco é relevante, gosto porquê gosto, porquè sinto... mas ontem depois da partilha com o ser mais importante da minha vida, apercebi-me que não me posso privar de viver por mim...
Estou exausta... peso-me... não sei ainda que merda ando a fazer... porque tenho de continuar a andar ao ritmo que me impõem... continuarei a caminhar... não se assustem quando digo estou cansada de viver, não é sinónimo de querer morrer... é tão simplesmente aquilo que sinto, como sempre o fiz quando me permiti falar de mim, porque ou me calo ou digo tudo... não quero tudo só para mim... por mais estupido e ridículo e transparente e bucólico que seja... é tudo!
Acordei como se tivesse sido atropelada por um camião de rodado duplo com reboque, carregado de pedras mármore... imponho-me a sentir cada roda que passa por cima do meu corpo, imponho-me a sentir cada negra que se aloja na minha mente... como uma ferida, um corte na ponta do dedo... os anticorpos actuam, criam defesas, o sistema imunitário adapta-se para te tornares mais forte aos micróbios com que te privas dia-a-dia... assim acredito que amanhã estarei mais forte quando o despertador tocar...
Podem julgar que sou uma depressiva bucólica que alimenta tudo o que é negativo... mas a realidade é que alimento o que de bom me acontece à exaustão e apercebo-me que a vida são particulas de momentos... e que existem instantes decisivos... um dia quando ouvi temos de sair de Portugal, esse foi o instante decisivo em que eu não corri para comprar o bilhete de ida... já passou... um dia quando se sentou no lugar do pendura, depois de ter dito "eu vou com ela", esse foi o instante decisivo para dizer o quão é importante para mim... para a frente segue tudo menos o caranguejo, mas nem esse segue para trás...

sábado, 14 de novembro de 2009

Poeira!

Consciência tranquila de quem nada tem que justificar... entrar no espaço hostil e sentir-me segura... ainda sou ingenua...

O mundo vai-me mostrando o caminho... apetece-me chorar confesso... sem capacidades para o fazer... acredito cada vez menos é um facto... apercebo-me do tempo que passou, dos cruzamentos que criei... não vivo à toa, dou conta... mas porque não fui mais uma vez capaz?! que temo eu naquele outro ser... já está tudo deturpado... mágoa sinto hoje ao perde-la ou talvez ela a peder-me a mim... acreditar que um dia voltarei a sonhar...

Hoje lembrei-me desta passagem do L-Word:


Sentada lado a lado com o ser que mais amei... ouvi... como é que é possível?... olhei vi uma lágrima... abraçadas ficámos na certeza de que o amor vale tudo...
Hoje em partilha perguntaram-me... tu acreditaste?! eu respondi... eu senti... não havia em que acreditar, apenas senti, sonhei, alimentei... por tanto ter sentido que era verdade...
Mas hoje talvez não me iluda com tanta facilidade... talvez por não me permitir amar com tanta intensidade...
Chegar à soma de tudo o que vivi antes, durante e depois, porque só assim consegues ser clara e transparente na análise... porque não morri naquele dia em belém deitada na relva? porque não morri naquele dia deitada numa pensão ranhosa em cacilhas? porque não morri um dia deitada nos teus braços? era feliz... como numa mais serei... apesar de todos os defeitos dessa merda de momentos... apesar de toda a merda que se acumulava nas costas desses momentos... porque continuo aqui? não me apetece... estou cansada... não sei viver...
Parti sozinha pelo tempo... descobri aquilo que não queria ver...
Estarei sempre numa fase de questões e insegurança... no fundo aquele ser é bué especial pela perspectiva de mim no futuro, apercebo-me agora que o futuro, o tempo, tem sempre a base dos outros dois tempos verbais! Fico imóvel pela clareza que ela me mostra, por um lado, o positivo, a minha forma e capacidade de amar, é minha, mas que no fundo esse lado positivo que alimento ao segundo é sinónimo de dependência, de receio, de resignação, do tolerancia, de espera, de PERDA... partirei para outra novamente com o sabor agridoce de um amor que não foi totalmente explorado... fico com ele em mim, transporta-lo-ei pelo meu tempo e caminho... azeda a sensação que este ser nunca saberá o quão importante foi na minha construção....

domingo, 8 de novembro de 2009

Palavras presas...

Quando estás cheia e isso te inquieta o estomago recente-se e vomitas... sinto-me mal disposta, vontade de vomitar sem nada para deitar para fora... dormencia de um ser que não se compreende... de que tenho eu receio? não receio algo concreto, talvez me questione o porquê apenas da prisão de palavras... ok, eu sou um ser bastante atrofiado, mas porque é que dois seres que já partilharam espaços comuns não conseguem sorrir em comunhão? porque não conseguem falar naturalmente? está a consumir-me demais aquele ser...
Vontade atroz de vomitar tudo o que tenho dentro de mim... mas será que conseguirei colocar por palavras verbalizadas tudo o que tenho para dizer?! será que faz sentido falar tudo o que tenho dentro de mim?! só sei que tenho necessidade de falar com aquele ser, no fim de 6 meses em que me cruzo com ele quase dia sim, dia não... no fundo mal abri a primeira página do meu livro...
Talvez no fundo tenha apenas receio de me dar, por saber, por sentir que posso bater com a cabeça... mas continuo na corda bamba e não consigo avançar, nem recuar... fico no estado passivo activo de um sentimento que segue sem se expressar...
Qual o próximo passo? Avançar ou recuar? Qual será aquele para o qual terei mais força?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Explicação de mim!!!!

No final de uma semana vivida ao segundo, lamenta-se os momentos em que não me explorei mais, diferente... tudo segue o rumo certo, porque seguiu... não me inquieta o que era suposto ter sido, ter acontecido...
Sento-me comigo ao lado no final de mais uma semana e encontro-me... tranquila com o ser que se deita a meu lado...
Olho o mundo que se cruza com o meu, sinto-o intensamente... analiso, interpreto, percebo... angustia de não se suficiente para proclamar a todos o quão é fácil existir, o quão é simples gerir relações... basta dar espaço, basta respeito, basta tempo... basta sentir o outro em nós... basta sentimo-nos no outro... as palavras, as acções são apenas (ou deveriam) um reflexo expressivo do ser em relação com outro... não deve ser uma exigência... cansada de sentir o constrangimento que causa o silêncio a suposta passividade... será tão díficil entender?! de perceber onde se encontra a real resposta?!
Sou um ser inseguro, mesmo muito inseguro... mas demasiado confiante... aprendo a não ter vergonha do rídiculo, do menos próprio... é verdade que temos que nos adaptar, concordo plenamente, aliás é inconcebivel e inaceitável não o fazer... mas a adaptação tem ser transparente...
Questiono-me se me entendem, se me conseguem elevar em conta... temo que me olhem e analisem como uma perdida... agarro-me à base que construí e nutro que nada me fará quedar a confiança...
Analiso o passado em prol de um presente futuro que construo, alicerces que apoiam cada passo que dou... vivo o presente na certeza que nada devo, que nada escondi... quem se usou fez proveito disso e agradeço, quem não o fez foi porque não percebeu...
O tempo passa, sinto-o a passar... questão impera, foi tempo perdido? resposta sentida no segundo imediato, não! É o meu tempo, estou a vivê-lo, era suposto nas regras de uma sociedade obstinada de objectivos e metas, que algo já fosse palpável, não o é, talvez até nunca venha a ser, mas não, não foi, não é, nem será nunca uma perda de tempo... como conseguirei fazer sentir a alguém por palavras o quão aquele ser, que nada me deu de concreto e objectivo, é importante para mim no passado recente, presente?! O sentimento é nosso, independentemente do outro, tudo o que construímos, que criamos provém de nós, transmite-se, expressa-se, concretiza-se no exterior, nos outros... estou bem, tranquila... corro o mundo à procura de a sentir, de a ver... sim corro! Mas não anseio o objectivo óbvio dessa correria... no fundo eu não procuro mais do que sentir, do que sentir o que de mais belo tenho para sentir... o corpo a tremer a sua presença, o rosto a corar... porque ainda não a agarrei?! Questão impera no seio de amigos que sabem os promenores... "já tiveste tantas oportunidades!", "sente-se que ela não nega a tua presença!", sim eu sei, isso e muito mais porque fui eu que lá estive, porque eu estou extremamente atenta a cada palavras não verbalizada, mas porque tenho de acelerar o processo, porque tenho de percipitar o momento... ninguém me entende, sorrio com o nervosismo que a minha história causa nos outros... de facto é uma história que não existe... mas a história da minha vida não existe... tenho orgulho de cada capítulo, deste que ainda agora começou tenho mesmo muito orgulho, pelo simples facto de dizerem... "como é possível?! Estás há quanto tempo nisso?!"... há 5/6 meses... não tenho pressa, vocês têm?! Pressa de quê? Que deveria eu procurar?! Um beijo?! Ter a outra pessoa?! Dar como prémio de um aposta que fiz a mim mesma?!
NÃO!!!
Eu não a quero!!! quando é que conseguirei fazer sentir que eu não a quero?! Eu quero amar, só isso, de preferência ser amada... mas isso eu não posso nunca lutar... isso cabe-lhe a ela ou não... e eu não exijo, nem dela, nem de ninguém que me ame... não me adultero, não me transformo... estou bem, mesmo muito bem...