Sugo tudo no emocional, interpreto-o no racional... dou cor azul e saio à rua sem nuvens... certa sempre daquilo que procuro, acabo sempre por encontrar apesar de nem sempre me saciar...
Descubro-me nos outros... fazem questão de estar, de ser a meu lado...
Olho para mim antes e agora... faço o jogo das diferenças... o fundo é o mesmo mas os pormenores estão alterados... concluo que sou confiante hoje por ter sentido alguém que confiasse piamente em mim... essa pessoa partiu, outras ocuparam o banco do pendura da viagem que me proponho... interessante perceber a importancia e relevancia dos cruzamentos, das partilhas...
Hoje percebo que só se é ser na multidão quando se é confiante, apesar da insegurança... e a confiança só se ganha quando se tem de base a sensação de ser confiável...
Não gosto da expressão, não a sinto a cem por cento mas, interepreto-a hoje de uma forma mais lata...
"Colhemos aquilo que plantamos!"
Infelizmente a sensação que plantei mais do que colhi assola-me a ingenuidade mas apercebo-me que não plantei em vão, apesar da plantação não ter florido, também não morreu...
Nada se perde, tudo de renova...
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