domingo, 14 de dezembro de 2008

Morreste-me

...tempo passa tão rápido... seis meses mano...


"(...) Tenho saudades do tempo que não passamos juntos e que eu gostaria de ter passado contigo."


"Chora chove brilho alvura sobre mim. E oiço o eco da tua voz, da tua voz que nunca mais poderei ouvir. A tua voz calada para sempre. E, como se adormecesses, vejo-te fechar as pálpebras sobre os olhos que nunca mais abrirás. Os teus olhos fechados para sempre. E, de uma vez, deixas de respirar. Para sempre. Para nunca mais. (...) Tudo o que te sobreviveu me agride. (...) Nunca esquecerei."


José Luis Peixoto in Morreste-me, 2000

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